reconexão – Blog da Greta https://blogdagreta.com.br Mon, 06 Apr 2026 20:54:51 +0000 pt-BR hourly 1 https://i0.wp.com/blogdagreta.com.br/wp-content/uploads/2025/03/cropped-7def758b-187f-42bb-aff9-1c88103d0936.png?fit=32%2C32&ssl=1 reconexão – Blog da Greta https://blogdagreta.com.br 32 32 243849163 Consciência de Cura | Kryon https://blogdagreta.com.br/consciencia-de-cura-kryon/ https://blogdagreta.com.br/consciencia-de-cura-kryon/#respond Mon, 06 Apr 2026 20:43:39 +0000 https://blogdagreta.com.br/?p=2742 Tem coisas que esse seu corpo faz, que só tem a ver com consciência, nada mais.

Nos últimos vinte anos, houve uma revelação de provas. Consciência é energia. Pode alterar a física.  

No passado, a consciência era algo esotérico, não bem definível, e não pertencia à física. Agora sim. Há agora uma consciência lenta de que a consciência deve absolutamente ser considerada energia. 

Pense: Se a consciência é energia, então, como toas as outras energias físicas, deve haver regras ou axiomas. Torna-se ciência preditiva. 

A energia da consciência é a razão do efeito placebo!  Alguém toma um comprimido revestido de açúcar ou uma tintura homeopática, uma química que é pequena demais para criar uma reação química. e dizem-lhe que irá curar e cura!

Qual é o processo? Como é que isso é possível?  

A resposta é a energia e a física da consciência combinada com algo chamado neurônios espelho: O que o corpo vê e espera, muitas vezes cria sozinho.

Já alguma vez pensaste se os neurônios espelho pudessem desempenhar um papel poderoso e maior num sistema de cura vindouro? E se conseguisses convencer o teu corpo de que estava a curar-se? Os neurônios espelho não conseguem distinguir o que você acredita ou o que está acontecendo quimicamente. Portanto, a consciência instrui o corpo a curar-se a si mesmo, e isso faz!  

Agora você entende como a remissão espontânea pode funcionar. Quando você convence o corpo de que a cura está ocorrendo, ele acredita tão completamente que ele se cura a si mesmo.  

Este será um novo processo de cura.

Será o melhor de todos os que alguma vez existiu – usando a energia da consciência de formas novas, mensuráveis e científicas. Sem inteligência artificial – sem avanços super alta tecnologia.

Em vez disso, isto torna-se a revelação do que vocês como Humanos sempre tiveram: Poder de cura!  

Quero que pondere estas mudanças porque elas estão no Campo.

Você acha que quando a ciência descobriu que a consciência é energia, eles simplesmente deixaram isso em paz? Não. Eles queriam saber mais sobre o que é. A primeira coisa que eles perceberam é que estão lidando com uma energia multidimensional.

De fato, a ciência pode não pensar imediatamente sobre os potenciais de autocura que existem, mas eventualmente, eles irão.

Quanto tempo vai demorar?

Isso é contigo. Quantos de vocês acreditam nessas coisas? Pois a própria crença, pode-se dizer, é um transmissor da realidade porque quando acreditamos em algo, podemos fazê-lo acontecer. 

Mudanças estão a chegar a este Planeta, queridos, e eu já vos disse isto. Continuamos a falar-vos sobre aqueles que irão melhorar a humanidade, e chegará uma altura em que a última coisa que alguma vez vão querer fazer uns aos outros é matarem-se uns aos outros.  

Há precedentes para isto noutros locais de que falei. Eu vi isso.  

Eu Sou Kryon, apaixonado pela humanidade. E assim É!

Trecho canalizado por Lee Carroll em 25 de agosto de 2021, durante as Quartas de Cura. “Original Kryon Channell” desde 1989.

Onde encontrar mais conteúdo sobre Kryon:

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Qual sua resposta às circunstâncias? https://blogdagreta.com.br/qual-sua-resposta-as-circunstancias/ https://blogdagreta.com.br/qual-sua-resposta-as-circunstancias/#respond Thu, 02 Apr 2026 20:31:46 +0000 https://blogdagreta.com.br/?p=2712 Entendam que não são as circunstâncias ao seu redor que determinam se vocês mudaram, é a resposta a elas! 

Muitos de vocês estão se repreendendo pelas experiências desafiadoras que tem atraído, pensando ter feito alguma coisa errada. 

Você atrai essas experiências para demonstrar sua capacidade de responder com fé ao invés de medo. Esta é a marca da verdadeira maestria

Cabe a você manter o foco constante em avançar para suas metas e desejos, ao invés de sentir frustração de ainda não ter chegado lá. Se aumentar sua capacidade de manter seu foco em seus desejos, ao invés de seus medos, irá solidificar uma fundação necessária para sustentar as bençãos que irá receber. 

A época para a integração frequentemente é uma energia desafiadora porque é quando você é posto em teste para demonstrar tudo que acabou de aprender. 

Quando você se sente frustrado com pequenas coisas sem importância e não está totalmente engajado no momento presente, saiba que essas duas coisas são uma e são iguais. 

Você não pode conduzir sua realidade se não estiver presente para alterá-la. Se você se mover rápido demais , descobrirá que não tem o apoio e os sistemas necessários instalados para receber tudo o que deseja nesta hora. Tudo virá na hora certa. 

Quando uma experiência se manifesta em sua realidade, grande ou pequena, olhe para ela como uma oportunidade de demonstrar suas habilidades melhoradas. 

Permita a satisfação e gratidão pelas bençãos que tem manifestado preencher seu interior, e ao fazer isso, você descobrirá que sua estrutura mental assistirá sua realidade novamente alterar e desabrochar de modos maravilhosos. 

Você não pode focar na falta e atrair abundância. 

Escolha ver cada situação como uma oportunidade de demonstrar sua capacidade de ter a fé de que tudo funcionará para o Bem Maior. 

Seja grato por tudo o que já alcançou e permita sua mente focalizar nessas bençãos e confie no Tudo o que É. Permita seus sonhos virem no tempo divino com confiança e com a certeza que irão se manifestar e então poderá apreciá-los, mantenha-se aberto para recebê-los. 

Então o recordamos a confiar, soltar e respirar, pois tudo se encontra exatamente como deveria estar. 

Nós esperamos que esta mensagem encontre aqueles que precisam dela. 

Em amor e luz, 

Nós somos os Guias Angélicos.  

Mensagem Guias Angélicos – Taryn Crimi – 23/out/2015 

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Por que VOCÊ NÃO TEM MOTIVAÇÃO após o Despertar Espiritual? https://blogdagreta.com.br/por-que-voce-nao-tem-motivacao-apos-o-despertar-espiritual/ https://blogdagreta.com.br/por-que-voce-nao-tem-motivacao-apos-o-despertar-espiritual/#respond Thu, 19 Mar 2026 17:19:05 +0000 https://blogdagreta.com.br/?p=2629 O texto a seguir é uma transcrição do vídeo do canal do Youtube – Psyrena, que através das lentes dos ensinamentos psicológicos mais profundos de Carl Jung desvenda o colapso silencioso que frequentemente acompanha o despertar espiritual – Porque Você Não Tem Motivação Restante após o Despertar Espiritual!

Boa leitura!

Em algum lugar ao longo do caminho do despertar, talvez após uma revelação espiritual sísmica ou a silenciosa destruição de uma identidade pessoal, você sentiu o chão se mover sob seus pés. O que antes era familiar tornou-se estranho. Você atravessou o véu da ilusão, viu a maquinaria dos seus padrões, o barulho ensurdecedor do mundo, e então veio o silêncio.

A princípio, aquele silêncio parecia sagrado, fortalecedor, até mesmo como sair de um prédio em chamas para o ar puro. Mas lenta e sutilmente, o significado se dissolveu, não como uma catástrofe, mas como um desaparecimento silencioso, como se sua alma apagasse as luzes da vida e se esquecesse de acendê-las novamente. Você parou de se esforçar. Você parou de realizar, não por desespero, mas em uma espécie de exaustão sagrada, um esvaziamento que parecia estranhamente pacífico, mas insuportavelmente silencioso.

E então o sussurro começou, uma pergunta silenciosa e dolorosa:

Por que me sinto tão vazio agora que finalmente vejo a verdade?

Este é o paradoxo sobre o qual ninguém nos avisa. Somos levados a acreditar que o despertar espiritual inflamará nosso propósito, que enxergar através da ilusão nos fará arder de clareza. Mas para muitos, especialmente os sensíveis, os buscadores, os empáticos, os viajantes interiores, ele faz algo diferente. Esvazia o recipiente. Raspa todos os falsos motivos até que mesmo o desejo se torne irreconhecível. E nesse vazio, confundimos despertar com apatia.

Lembro-me de uma conversa com uma querida amiga, brilhante, espiritualmente sintonizada, fluente nos textos de Eckhart Tolle, Krishna, Alan Watts. Ela emergiu de uma noite escura da alma com uma visão cristalina. Ela me disse que enxergava através das ilusões de identidade, realização, amor externo. E, no entanto, 2 meses depois, eu a encontrei deitada na cama, olhando para o teto, um turbilhão em uma quietude que ela não esperava.

“Eu costumava chorar por não fazer o suficiente” – ela disse. “Agora não me importo se faço alguma coisa. Eu pensei que o despertar me incendiaria. Em vez disso, sinto-me extinta.”

Carl Jung falou diretamente a esse liminar. Ele o descreveu como o terreno sagrado entre o colapso do ego e o nascimento do eu. Um espaço liminar aterrador em sua quietude, onde a motivação, antes alimentada pela persona e pela aprovação social, se dissolve, deixando apenas a argila bruta do que ainda não foi moldado.

Isso não é fracasso. Isso é individuação1. O estágio de crisálida da psique, onde a lagarta se dissolve na ausência da forma antes de se tornar a borboleta. É a morte psicológica necessária para o renascimento. Mas não devemos rotular erroneamente esse vazio como regressão. Pois no coração desse vazio vive um chamado mais profundo, uma pulsação silenciosa da verdade da alma esperando para ser ouvida.

Não a motivação para provar – mas o impulso de ser, de se mover. Não por necessidade de reconhecimento, mas por ressonância interior. Este artigo não é sobre desespero. É sobre o momento após o despertar, quando o antigo combustível se esgota e a nova fonte de energia ainda está se formando.

Jung compreendeu que o privilégio de uma vida é se tornar quem você realmente é.

A perda da motivação não é o fim. É o início sagrado de viver não como uma máscara, mas como uma alma. Carl Jung – o arquiteto da psicologia analítica, previu essa névoa estranha e silenciosa que desce após o despertar muito antes de se tornar um tópico dos círculos espirituais modernos. Ele não a disfarçou com misticismo ou linguagem eufórica. Ele falou com clareza penetrante sobre a alma – descida às suas próprias profundezas quando o inconsciente começa a se agitar.

A iluminação, escreveu Jung certa vez, não vem imaginando figuras de luz, mas tornando a escuridão consciente.

E embora essas palavras possam soar poéticas, elas carregam uma verdade terrível. O verdadeiro despertar não o coroa com a felicidade. Ele o despoja. Ele desfaz os andaimes do falso eu. Inicia uma morte lenta e sagrada. A morte de quem você acreditava ser. O colapso é interno, mas abrangente. Seus antigos motivos, ambições, conquistas e reconhecimento começam a se dissolver. Os cronogramas que você seguiu, os objetivos que um dia o impulsionaram, até mesmo as estruturas de identidade que definiram seus relacionamentos, seu trabalho, seu ritmo diário, começam a desaparecer como miragens à luz de uma verdade mais profunda.

Mas aqui está…onde a nuance psicológica é vital. Seu ego não desaparece. Ele não morre. Ele simplesmente fica desorientado. O roteiro que ele seguia foi queimado, mas nenhum novo roteiro emergiu até agora. O resultado não é preguiça ou apatia, mas um profundo limbo espiritual. Você não está mais dormindo, mas ainda não está totalmente desperto para o que vem a seguir.

Este é o mistério, o que Jung chamou de nigredo2, a fase de escurecimento da alquimia, quando o ego foi desmantelado, mas o eu ainda não assumiu o trono. Em termos modernos, parece desmotivação. Mas na linguagem junguiana, é uma pausa sagrada, um espaço intermediário onde a alma se retira para dentro para reescrever seu mito.

E, no entanto, nossa cultura teme esse silêncio.

Jung alertou que o mundo moderno faz tudo o que pode para evitar essa fase, para negá-la, entorpecê-la, medicá-la, porque não consegue compreender uma transformação que não pareça progresso. Mas o que você está experimentando não é regressão. É iniciação. Não é disfunção. É dissidência sagrada.

Isso não é depressão no sentido clínico, embora possa compartilhar suas sombras. É a alma se recusando a participar de uma vida com a qual não ressoa mais. E isso, Jung acreditava ser o início da individuação, o sagrado devir do verdadeiro EU.

A maioria das pessoas nunca fala dessa parte, não é?

A dor após a luz, o silêncio após a revelação. Mas esse silêncio não é vazio. É formativo. E se você puder aprender a ficar parado dentro dele, a ouvir o que ele pede de você, você pode vir a ver que o que parece desmotivação é, na verdade, o início de um alinhamento mais profundo. O mundo lhe diz que você está perdido. Jung diria que você está sendo reformado por algo muito mais honesto.

E é exatamente isso que começaremos a explorar a seguir.

Se você tem vagado pela névoa que se segue ao despertar, olhando para a quietude onde sua centelha um dia brilhou intensamente. Saiba disso: você não está quebrado. Você está passando por uma profunda mudança psíquica para a qual nossa cultura não tem nome. Uma metamorfose tão profunda que não desafia apenas seus pensamentos. Ela reconfigura a própria arquitetura do seu mundo interior.

As ambições que antes incendiavam seu peito, os prazos, as metas, as visões de 5 anos, os mantras motivacionais de correr atrás, agora se desintegram. Não porque você falhou, mas porque a própria estrutura que antes abrigava sua motivação está se desintegrando. Carl Jung previu esse desmantelamento muito antes de ser sussurrado em plataformas digitais.

Vamos entendê-lo claramente.

Durante a maior parte da sua vida, sua energia veio da persona, do eu construído, da máscara que você usava para se mover pelo mundo. Essa identidade, aquela que queria ser admirada, validada, aplaudida, não era uma falha. Era uma etapa necessária do desenvolvimento humano.

Como escreveu Jung: “A persona é um sistema de comportamento imposto ao indivíduo pelas expectativas da sociedade. Mas, quando você desperta, começa a ver a máscara como o que ela é: uma performance. E a performance não é mais…não te obriga mais. Não dá para perseguir aplausos depois de ver que o palco é feito de ilusão.”

O resultado, os objetivos que você antes reverenciava, agora parecem estranhos. Eles foram escritos por um eu que não vive mais em você. E isso cria um silêncio assustador dentro de você, como um ator saindo do palco e esquecendo suas falas. Não por confusão, mas porque o roteiro não ressoa mais com a Alma. Você se sente sem rumo, não porque perdeu a direção, mas porque se livrou da identidade que exigia um destino.

Você não perdeu a motivação. Você superou o combustível que antes o alimentava. O que se agita dentro de você agora não é a ausência, mas uma pausa sagrada. Um vazio silencioso se preparando para ser preenchido por algo mais verdadeiro.

Algo não mais forjado pela performance, mas pela presença. O ego impelido – a Alma espera, e nessa espera algo sagrado começa.

Carl Jung acreditava que o objetivo da vida não é exaltar o ego, mas integrá-lo a uma totalidade psíquica maior e mais profunda. Não estamos aqui para servir aos desejos do ego, mas para refiná-lo, temperá-lo e alinhá-lo com o EU – o centro transcendente do nosso ser que nos conecta ao todo maior.

Ele chamou esse processo de individuação – a jornada ao longo da vida de transição da fragmentação para a unidade interior. Não para nos tornarmos o eu que é elogiado, mas para nos tornarmos o EU que é real. O EU, diferentemente do ego, não se preocupa com aprovação ou desempenho. Não é movido pela ambição, mas pelo alinhamento. Seu único desejo é expressar a verdade. E assim, após um despertar espiritual, a psique inicia uma recalibração sagrada.

O que antes parecia emocionante agora parece vazio. Seu sistema começa a rejeitar tudo o que é artificial, forçado ou inautêntico. Isso inclui carreiras construídas a partir da insegurança, relacionamentos baseados em papéis ou até mesmo o quadro de visão que você criou a partir do medo do seu antigo eu de não ser o suficiente.

Essa purificação interior muitas vezes parece libertação e desorientação ao mesmo tempo. Você está se livrando das falhas, mas o que agora toma o lugar delas? Jung alertou que muitos ficam presos aqui. Alguns despertam e caem em um desvio espiritual, confundindo transcendência com fuga. Eles flutuam acima da vida, chamam tudo de ilusão e se convencem de que nada importa.

Mas desapego não é o mesmo que desconexão.

O EU não quer que você desapareça do mundo. Ele quer habitá-lo através de você. Ele quer encarnar, não evacuar. Ele não busca o afastamento, mas a incorporação.

Mas antes dessa encarnação, há um espaço liminar, e Jung o descreveu bem, embora poucos o reconheçam quando estão nele. É o espaço cinzento após o despertar, o vazio que não vem com a felicidade, mas com a perplexidade. Não parece poético. Não segue tendências. Parece sentar-se em silêncio enquanto o mundo passa velozmente, incapaz de explicar em quem você está se tornando.

Jung diria: “Você não está falhando. Você está no meio termo. Você saiu do ego, mas o eu ainda não se tornou sua base. Este espaço liminar não é um erro. É iniciação. Uma descida ao desconhecido para a qual a cultura moderna não tem paciência. A quietude é diagnosticada erroneamente como preguiça. A pausa é confundida com paralisia.”

Então você começa a se julgar, e esse julgamento se torna o próprio muro que bloqueia a energia que sua alma está chamando de lar. Esta fase é sagrada. É crisálida, não colapso. E se você conseguir permanecer aqui por tempo suficiente, se conseguir resistir à vontade de se apressar ou recuar, começará a senti-la.

A pulsação silenciosa de algo mais profundo em ascensão. O EU não é barulhento, mas é constante. E está esperando que você confie naquilo que ainda não pode ser nomeado.

Carl Jung tinha uma palavra para essa sagrada inversão de energia – Enantiodromia – o fenômeno em que algo, quando levado ao extremo, se transforma em seu oposto. E em nenhum lugar isso é mais evidente do que após o despertar.

Você se move da luta maníaca do ego – “Devo fazer tudo”, para a quietude oca da alma – “Por que fazer qualquer coisa?” O pêndulo oscila não porque você está quebrado, mas porque o equilíbrio exige. A psique, há muito tempo aprisionada na performance, finalmente entra em colapso. E essa descida não é patologia. É iniciação.

Na linguagem do mito, este é o arquétipo do eremita.

A retirada do mundo antes do renascimento. É o casulo sagrado onde a lagarta se dissolve na ausência de forma. Não mais um eu rastejante, ainda não um voador. É a fase gosmenta, desestruturada, indefinida, improdutiva para todos os padrões modernos, mas necessária porque a psique está passando por uma transformação alquímica.

E transformação, diria Jung, começa na escuridão, não em ignorar, não apenas em boas vibrações, mas na dissidência.

É aqui que a espiritualidade moderna muitas vezes perde sua profundidade ao glamourizar o despertar e evitar sua crucificação.

Jung insistiu que a sombra, as partes rejeitadas, desconfortáveis ​​e inconscientes de nós mesmos, não é algo para escapar, mas algo para integrar.

O trabalho com a sombra não é uma espiritualidade de nível avançado. É a própria base de se tornar inteiro. E neste estado de nada, você agora ocupa. O inconsciente está emergindo não como um vilão, mas como um mensageiro. O que você antes reprimia, sua dor, sua raiva, suas necessidades não atendidas começam a vir à tona porque agora finalmente há espaço. Então o ego entra em pânico. Ele quer ação, clareza, um crachá. Mas o EU sussurra silenciosa e persistentemente: deixe ir – eu estou formando algo mais profundo. E é aqui que o verdadeiro trabalho começa. Não na conquista, mas na entrega. Não na clareza, mas no testemunho.

A psique não está funcionando mal. Ela está metabolizando anos de ruído, ilusão e falso esforço. Ela interrompe seu impulso, sua ambição, sua fome. Então, você não tem escolha a não ser sentar-se com o que enterrou. E é nessa quietude, naquele vazio assombroso, que você começa a lembrar. E então, quase imperceptivelmente, algo se agita. Uma nova forma de motivação surge, mas não se parece em nada com a antiga. Não nasce da ansiedade. Não é urgente nem performática. Não ruge, cantarola.

Um impulso guiado pela alma para se mover, não porque você precisa, mas porque seria uma traição à verdade não fazê-lo. Jung chamou isso de surgimento do EU, não como um ideal abstrato, mas como uma bússola viva e pulsante dentro de si. Não persegue, chama.

E aquilo em que ele te chama não é para o sucesso, mas para a plenitude.

Então, você cruzou o limiar e permaneceu em silêncio. Você experimentou a quietude, não como estagnação, mas como uma pausa sagrada. Você vagou pela noite interior onde nenhuma voz o chamava e nenhuma luz indicava o caminho. E agora algo antigo começa a se agitar. Não como um rugido, não como um relâmpago, mas como uma quietude interior, uma pulsação suave que não o impele a retornar ao que foi, mas o convida a construir o que nunca foi.

Este é o primeiro sussurro do eu, não na linguagem, mas no sentimento, na atração, na presença. Carl Jung chamou isso de vida simbólica. Uma vida não mais governada pelo ego ou pelas convenções, mas guiada pelas forças mais profundas da alma.

Uma vez que o ego se rende e o inconsciente é honrado, a vida deixa de ser um jogo de sobrevivência e se torna um desdobramento de significado. E aqui está o paradoxo. Pode parecer lindamente comum. Quando o EU começa a liderar, você não se apressa mais – você responde. Você não é movido pelo medo de perder algo, mas pela convicção silenciosa do alinhamento interior. Você para de perseguir a clareza como um prêmio e começa a reconhecê-la quando ela chega. Muitas vezes, vestida com simplicidade.

Viver a partir de si mesmo não significa que você estará sempre energizado ou seguro.

Fadiga, dúvida e tristeza ainda passam. Essa é a textura da vida humana. Mas o que desaparece é a dor constante da auto traição. A exaustão maçante de representar uma versão de si mesmo que não se encaixa mais.
Em vez disso, algo muda. Você se vê criando mesmo quando ninguém aplaude, dizendo não mesmo quando o sim é esperado, seguindo a maravilha em vez de cumprir metas. Você começa a escolher a paz em vez da performance.

Isso não é inércia. É um novo combustível. Não adrenalina, mas alinhamento. Não pressão, mas presença. Jung chamou isso de viver simbolicamente, não como uma fuga para a fantasia, mas como um retorno à alma.

Você começa a confiar na linguagem dos sonhos, instintos, símbolos e sincronicidades. Sua vida se torna um diálogo, não um monólogo gritado no vazio, mas uma conversa com o invisível.

E como é isso?

Às vezes, é tão sutil quanto perguntas diferentes. Não o que devo fazer, mas o que está me chamando silenciosamente? Não qual é o plano, mas para onde a vida está me cutucando? Não como posso provar a mim mesmo, mas o que parece verdadeiro.

Você para de tentar dominar a vida e começa a participar dela.

A ambição não desaparece. Ela se transforma. Torna-se devoção. Devoção ao que é real, ao que é verdadeiro, ao que te faz viver. E, estranhamente, essa devoção move montanhas. Ela realiza coisas. Mas a partir da totalidade, não do esgotamento. Agora é sustentável. Agora é impulsionada pela alma. Esta é a motivação do EU. Não para impressionar, mas para expressar. E ela te leva, muitas vezes, sem esforço para criar, ensinar, curar, servir. Não porque você deva, mas porque todo o seu Ser diz sim.

Então, se você tem se perguntado para onde foi sua centelha depois de despertar, lembre-se: ela não se foi. O velho fogo se apagou para que uma chama mais profunda pudesse emergir. Uma que não se apagará nas tempestades do mundo.

Jung nunca prometeu facilidade, mas prometeu profundidade. Se você está aqui lendo isso, então você já está trilhando o caminho. Este não é o fim do seu despertar mas o caminho sagrado de volta para si mesmo.

Sua história, por mais inacabada que seja, pode se tornar a lanterna na escuridão de outra pessoa, o próprio sinal que ela não sabia que estava procurando. E se alguém próximo a você estiver lutando silenciosamente com a ilusão de que o amor deve doer, que o abandono de si mesmo é o preço da conexão ou que essa pessoa não é digna de paz, compartilhe este artigo com ela.

Ajude a alcançar aqueles que precisam se lembrar de que o amor verdadeiro não exige que nos retraiamos. A verdadeira conexão não exige o sacrifício da alma. E a união mais vital que jamais formaremos é aquela com a nossa própria verdade interior.

E lembre-se sempre disso: quando a pessoa certa aparecer, sua alma saberá, não pelo medo, mas pela paz. Mas, até esse momento, deixe que seu relacionamento mais íntimo seja aquele que você cultiva dentro de si. Essa é a base. Esse é o lar. E dessa totalidade, todas as coisas reais nascem.

Até a próxima, te vejo no caminho.

Abaixo o vídeo com a mensagem original em inglês.

  1. Individuação: processo de desenvolvimento da personalidade individual, que envolve a integração de diferentes aspectos da psique, incluindo o consciente e o inconsciente, levando à formação de um “eu” mais coeso e autêntico. É uma jornada de crescimento pessoal, um caminho para a autorrealização e a descoberta do seu próprio “eu” verdadeiro. ↩
  2. Na psicologia de Jung, a fase da escurecimento (nigredo) na alquimia representa a fase inicial da transformação, onde o indivíduo confronta e integra a sua própria sombra, os aspectos inconscientes e reprimidos da psique. Este período é marcado por um confronto com o inconsciente, uma “noite escura da alma”, que prepara o terreno para o renascimento e a integração de si mesmo. ↩

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A filosofia Aloha  é um conjunto de valores e sentimentos que fazem parte da cultura havaiana. A palavra Aloha, em si, significa amor, afeto, paz, compaixão e misericórdia. É usada como saudação, mas para os havaianos nativos tem um significado cultural e espiritual mais profundo

A filosofia do Aloha e o Ho’oponopono têm raízes profundas na cultura havaiana e compartilham valores centrais, mas possuem focos e aplicações diferentes:

Origem e Essência

aloha

Filosofia do Aloha:
Representa uma abordagem geral para a vida, baseada em amor, compaixão, respeito e harmonia. “Aloha” significa mais do que uma saudação; é uma forma de viver com generosidade e conexão com os outros e com a natureza.

Ho’oponopono:
É uma prática específica de reconciliação, perdão e purificação espiritual. Traduzido literalmente como “corrigir um erro”, é usado para resolver conflitos internos e externos, promovendo paz e clareza.

Propósito

aloha

Filosofia do Aloha:
Serve como um guia holístico para viver em harmonia com si mesmo, os outros e o mundo. É um estado de ser e uma mentalidade que molda decisões e interações.

Ho’oponopono:
Focado na cura emocional e espiritual, ajudando a limpar memórias negativas e promover reconciliações. Seu propósito é restaurar o equilíbrio interno e relacional.

Aplicação no Cotidiano

praticas havaianas

Filosofia do Aloha:
É um estilo de vida. Por exemplo, ao lidar com desafios, a filosofia do Aloha incentiva atitudes de paciência, compreensão e positividade.

Ho’oponopono:
É um método praticado por meio de rituais ou mantras, como o famoso: “Sinto muito. Me perdoe. Eu te amo. Sou grato.” Pode ser usado de forma individual ou em grupos para meditação ou resolução de conflitos.

Contexto Espiritual e Social

aloha

Filosofia do Aloha:
Enfatiza a unidade entre todas as coisas, promovendo uma convivência harmoniosa.

Ho’oponopono:
Tradicionalmente usado em contextos familiares ou comunitários no Havaí para resolver disputas, mas hoje amplamente adaptado como uma prática individual para autodesenvolvimento e cura.

Semelhanças

aloha

Ambas promovem harmonia, equilíbrio e conexão com o universo.

Compartilham valores de respeito, amor e perdão.

Valorizam a paz interior como chave para uma vida melhor.

A lei do “Espírito Aloha”

A lei (Estatutos Revisados ​​do Havaí, seção 5-7.5) foi aprovada em 1986 e define ALOHA da seguinte forma:

§5-7.5 “Espírito Aloha”. (a) “Espírito Aloha” é a coordenação da mente e do coração dentro de cada pessoa. Traz cada pessoa para si. Cada pessoa deve pensar e transmitir bons sentimentos aos outros. Na contemplação e presença da força vital, “Aloha”, pode ser usado:

“Akahai” significa gentileza a ser expressa com ternura; 
“Lokahi”, que significa unidade, para ser expresso com harmonia;
“Oluolu”, que significa agradável, para ser expresso com prazer;
“Haahaa”, que significa humildade, para ser expresso com modéstia;
“Ahonui”, que significa paciência, para ser expresso com perseverança.

Apesar de ser considerada uma lei simbólica, isso não significa que não funcione – especialmente quando líderes políticos ou empresários saem da linha.

Você também se identifica com estas filosofias? Fazem parte do seu dia a dia? Vou adorar saber nos comentários!

Obrigada pela leitura!

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Espaço Sagrado do Coração https://blogdagreta.com.br/espaco-sagrado-do-coracao/ https://blogdagreta.com.br/espaco-sagrado-do-coracao/#respond Mon, 09 Mar 2026 21:38:54 +0000 https://blogdagreta.com.br/?p=2563 Há um espaço sagrado no seu coração que tem a capacidade de alterar o mundo externo completamente.

MENSAGEM E INFORMAÇÕES ENTREGUE POR DRUNVALO MELCHIZEDEK de 29/08/2023

Antes de vocês chegarem à Terra, vocês já sabiam que isto não ia ser fácil. Sabiam que o futuro tinha que ser mudado. Sabiam que tinham que trocar as imagens da guerra e da dor por imagens de Amor e Compaixão. E é exatamente isso que estamos fazendo. Eles também sabiam que o que acontecesse aqui afetaria toda a Criação.

Não é hora de desistir. Não é hora de entrar em fraqueza, escuridão e medo. Nestes últimos tempos, poderemos ver cada possível força negra reclamando nossa atenção, tentando nos concentrar no medo. Tentando nos tornar uma parte ativa do medo. Na verdade, nós seremos apresentados à visão externa não só a guerra, mas terríveis doenças e mudanças na Terra.

É hora de ficar mais forte do que nunca. É hora de fazer conexão direta com a Mãe Terra e com o nosso Criador. É hora de se tornar um tipo diferente de guerreiro: um guerreiro que luta pelos corações da humanidade, pelo que é certo. Pelas crianças e pelo nosso futuro.

E como podemos fazer isso? Simplesmente entrando no nosso coração e usando o incrível poder que reside lá. No entanto, pensamos: “Eu sou fraco, sou apenas uma pessoa”. Mas só somos fracos se pensarmos e sentirmos na maneira que aqueles que procuram a guerra querem que pensemos e sintamos. Se nos unirmos de coração a coração, todas as coisas são possíveis e ativarmos o nosso campo de Luz que será plausível e mais potente.

O poder da intenção e da imaginação humanas, centradas no coração e não apenas na mente, é o poder de criar a paz na Terra. Quando criamos imagens de paz dentro do nosso coração, alteramos a vibração de todos os corações, porque todos os corações estão ligados.

Nós criamos um Sonho Unificador que eventualmente alcançará o inconsciente coletivo, tornando possível que o Povo volte a tomar posse deste mundo. Este Sonho Unificador nascerá no Coração Um da Humanidade.

Este Sonho Unificador é muito mais poderoso do que o mandato de qualquer ditador. É um sonho que vai virar a maré da tirania e mudar o mundo lá fora sem que ninguém atire uma única espingarda. Vocês têm esse poder dentro de vocês, no coração. Há um espaço sagrado no seu coração que tem a capacidade de alterar o mundo externo completamente. Só é preciso que vocês se tornem destemidos e entrem no seu próprio coração com esperança e cuidado.

Nossos maiores desejos residem no coração, e as formas e meios de manifestá-los neste mundo também estão lá. Esse poder está no seu coração desde antes da criação deste universo.

Não é preciso que sejam peritos em meditação ou que tenham conhecimento especial para criar a partir do coração. Basta amar Deus e desejar que haja uma nova forma na Terra! Nesse espaço sagrado e com Deus, uma criança pode mover montanhas. Nesse espaço sagrado e com Deus, até um bebê pode mudar o rumo da história desde o berço.

Então, minha mensagem para vocês é que não se deixem esmagar com as notícias e os medos que estas trazem. Nós só precisamos saber sobre o lado negro o suficiente para entender o quanto nós somos necessários. Só o suficiente para entender que devemos nos dedicar a criar o nosso próprio sonho de Luz.

Acreditem em si mesmos. Conheça sua relação íntima com Deus. Você é filho ou filha de Deus, a própria consciência que criou todo o Universo. Entendeu? Seu Pai/Mãe/Deus instalou em seu coração tudo o que você poderia precisar contra todas as circunstâncias.

Você, com Deus que mora no seu coração, é o poder da Vida!

Nos próximos dez anos, a vida na Terra pode mudar de maneiras difíceis de imaginar neste momento. Mas, à medida que esse evento se aproxima, nem negativo nem positivo, tenha em mente que o Sonho Unificador de toda a Humanidade está nascendo neste momento, e que esse sonho existe graças a vocês. Eles criam o seu campo (MER-KA-BA), que nos conectará muito mais fácil e rápido.

Obrigado por cuidar tanto da vida.

Sem vocês, os tiranos do mundo poderiam tomar o poder. Graças a vocês, a Terra está destinada a ser livre e o Universo aplaudi-los-á enquanto entram nos mundos superiores da Vida tendo cumprido o seu propósito sagrado na Terra.

Obrigado, amados, por estarem vivos na Terra.

Amo-os e honro

Em amor e serviço

Drunvalo Melquisedeque

Drunvalo Melchizedek é um autor e mentor espiritual que oferece insights e técnicas para aprofundar a compreensão do próprio ser e a conexão com o mundo espiritual. Seus livros e palestras são fontes de inspiração para muitas pessoas que buscam um caminho de desenvolvimento pessoal e espiritual.

Acompanhe mais mensagens como essa, aqui.

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O Caminho do Meio https://blogdagreta.com.br/o-caminho-do-meio/ https://blogdagreta.com.br/o-caminho-do-meio/#respond Fri, 06 Mar 2026 18:04:43 +0000 https://blogdagreta.com.br/?p=2548 Estamos encarnados aqui para percorrer o caminho da nossa alma, e se não o fizermos seremos infelizes e teremos que voltar em algum momento para finalizar nosso propósito divino!

Trazendo para o momento atual as lições e vivências de Buda Gautama – o Buda da Iluminação, podemos usar seus ensinamentos para ILUMINAR nossas vidas caminhando e percorrendo caminhos que nos conduzam aos nossos sonhos, ao caminho do meio, sem sofrimento, sem dor, sem traumas, sem abrir mão de nossa felicidade, da nossa abundância!!!

Alguns se perguntarão, mas qual é o caminho do meio, qual é o caminho da minha alma, qual é o caminho do meu propósito divino ?

O do seu CORAÇÃO, aquilo que te faz vibrar acima de todas as coisas!!!

Antes vou lembrar de alguns pontos para que você possa começar sua jornada pessoal para realização do seu caminho do meio, da sua alma, da sua verdade:

Não olhe para trás, não procure respostas no passado, não importa o que foi feito ou o que deixou de fazer, importa hoje e o que você faz da tua VIDA!!!
Arrisque tudo, por você e por todos…
Faça tudo diferente, mude tudo, ouse ser quem você é verdadeiramente, não aquele que foi imposto pela sociedade decadente e falha;
Vá em busca dos milagres, não se contente com pouco…Estamos na 3º dimensão, mas nós somos o UNIVERSO e ninguém rompe a conexão com a Divindade por estar aqui nesta dimensão – fizeram acreditar que sim…
Deixe o Sol entrar na sua vida…Noites com Sol…
Busque além das estrelas, dos planetas, das constelações, do universo e verás que tudo sempre esteve conspirando por você, somente por você…
Não busque o AMOR…O amor não é para ser encontrado, perseguido,
é para ser SENTIDO!!! Então seja o AMOR em sua total plenitude….
Investigue seus sonhos mais profundos…O que foi feito, o que deixou de fazer, e o que é preciso para realização dele… Faça uma espiral em direção à dor dentro da dor, e então a cura será liberada…
Lembre-se que você tem uma escolha, ficar ou seguir, guardar seus sonhos, ou criar condições para realizá-los ?
Não tente mudar o mundo, vai se atrasar – mude VOCÊ!!!
Leve seu SER para os lugares do planeta que ensinam você a dançar, a viver, a sonhar, a correr riscos…Todos os lugares onde você pode correr o risco de chorar, de sofrer, de gritar, de viver até ficar inteiro de novo…
Fique consigo mesmo – passe mais horas com você, não fuja mais da sua essência procurando pelo mundo afora distrações que o façam esquecer de você!
Aprenda a falar NÃO! Não aceite menos, não tente agradar ninguém, não traia seus sentimentos…Diga SIM para você!!!
Só feche seu livro se já aprendeu tudo…
Deixe o vento levar todas as promessas, todas as conjecturas, todas as incertezas, todos os medos, todas as angustias, tudo que não te pertença, tudo o que foi imposto, tudo o que foi distorcido, tudo o que quiser…
Cante a música das esferas, celebre a vida, siga o alento do seu coração, aquele que nos sopra incessantemente, preencha seu ser a partir de dentro e terás descoberto um dos maiores seres de todo universo: VOCÊ !

Texto: Cura e Ascensão – Solange Christtine Ventura

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Slow Atitude https://blogdagreta.com.br/slow-atitude/ https://blogdagreta.com.br/slow-atitude/#respond Fri, 06 Mar 2026 17:28:11 +0000 https://blogdagreta.com.br/?p=2545 Acredito num modo de viver mais “slow”, onde podemos apreciar e desfrutar do momento que estamos experienciando, sem perder a qualidade no que estamos fazendo, afinal estamos aqui para desfrutar da vida e como podemos fazer isso, se estivermos desconectados do momento presente.

Esse texto (que circula nas redes sociais a um bom tempo) sintetiza bem isso.

TEXTO ESCRITO POR UM BRASILEIRO QUE VIVE NA EUROPA. 

“Já vai para 18 anos que estou aqui na Volvo, uma empresa sueca. Trabalhar com eles é uma convivência, no mínimo, interessante. Qualquer projeto aqui demora 2 anos para se concretizar, mesmo que a ideia seja brilhante e simples. É regra. Então, nos processos globais, nós (brasileiros, americanos, australianos, asiáticos) ficamos aflitos por resultados imediatos, uma ansiedade generalizada. Porém, nosso senso de urgência não surte qualquer efeito neste prazo. Os suecos discutem, discutem, fazem “n” reuniões, ponderações. E trabalham num esquema bem mais “slowdown“.

O pior é constatar que, no final, acaba sempre dando certo no tempo deles com a maturidade da tecnologia e da necessidade: bem pouco se perde aqui.

E vejo assim:  

  • o país é do tamanho de São Paulo; 
  • tem 2 milhões de habitantes; 
  • sua maior cidade, Estocolmo, tem 500.000 habitantes (compare com Curitiba, que tem 2 milhões); 
  • empresas de capital sueco: Volvo, Saab-Scania, Stora, Esab, Ericsson, Electrolux, ABB, Nokia, Nobel Biocare… Nada mal, não? 
  • para ter uma ideia, a Volvo fabrica os motores propulsores para os foguetes da NASA.

Digo para os demais nestes nossos grupos globais: os suecos podem estar errados, mas são eles que pagam nossos salários. Entretanto, vale salientar que não conheço um povo, como povo mesmo, que tenha mais cultura coletiva do que eles. Vou contar para vocês uma breve só para dar noção.

A primeira vez que fui para lá, em 90, um dos colegas suecos me pegava no hotel toda manhã. Era setembro, frio, nevasca. Chegávamos cedo na Volvo e ele estacionava o carro bem longe da porta de entrada (são 2.000 funcionários de carro).

No primeiro dia não disse nada, no segundo, no terceiro… Depois, com um pouco mais de intimidade, numa manhã, perguntei: “Você tem lugar demarcado para estacionar aqui? Notei que chegamos cedo, o estacionamento vazio e você deixa o carro lá no final.” Ele me respondeu simples assim: “É que chegamos cedo, então temos tempo de caminhar – quem chegar mais tarde já vai estar atrasado, melhor que fique mais perto da porta. Você não acha?” Olha a minha cara!  Deu para rever bastante os meus conceitos.

Há um grande movimento na Europa hoje, chamado SlowFood. A SlowFood International Association – cujo símbolo é um caracol, tem sua base na Itália.

O que  o movimento Slow Food prega é que as pessoas devem comer e beber devagar, saboreando os alimentos, “curtindo” seu preparo, no convívio com a família, com amigos, sem pressa e com qualidade. A ideia é a de se contrapor ao espírito do Fast Food e o que ele representa como estilo de vida em que o americano endeusou. A surpresa, porém, é que esse movimento do Slow Food está servindo de base para um movimento mais amplo chamado Slow Europe como salientou a revista Business Week numa edição européia.

A base de tudo está no questionamento da “pressa” e da “loucura” gerada pela globalização, pelo apelo à “quantidade do ter” em contraposição à qualidade de vida ou à “qualidade do ser”. Segundo a Business Week, os trabalhadores franceses, embora trabalhem menos horas (35 horas por semana) são mais produtivos que seus colegas americanos ou ingleses. E os alemães, que em muitas empresas instituíram uma semana de 28,8 horas de trabalho, viram sua produtividade crescer nada menos que 20%.

Essa chamada “slow atitude” está chamando a atenção até dos americanos, apologistas do “Fast” (rápido) e do “do it now” (faça já).

Leia também: O Caminho do Meio

O que significa Slow Atitude?

Portanto, essa “atitude sem pressa” não significa fazer menos, nem ter menor produtividade.

Significa, sim, fazer as coisas e trabalhar com mais qualidade e produtividade com maior perfeição, atenção aos detalhes e com menos “stress”.

Significa retomar os valores da família, dos amigos, do tempo livre, do lazer, das pequenas comunidades, do “local”, presente e concreto em contraposição ao “global” – indefinido e anônimo.

Significa a retomada dos valores essenciais do ser humano, dos pequenos prazeres do cotidiano, da simplicidade de viver e conviver e até da religião e da fé.

Significa um ambiente de trabalho menos coercitivo, mais alegre, mais “leve” e, portanto, mais produtivo onde seres humanos, felizes, fazem com prazer, o que sabem fazer de melhor.

Gostaria  que você pensasse um pouco sobre isso…

Será que os velhos ditados “Devagar se vai ao longe” ou ainda “A pressa é inimiga da perfeição” não merecem novamente nossa atenção nestes tempos de desenfreada loucura?

Será que nossas empresas não deveriam também pensar em programas sérios de “qualidade sem pressa” até para aumentar a produtividade e qualidade de nossos produtos e serviços sem a necessária perda da “qualidade do ser”?

No filme “Perfume de Mulher“, há uma cena inesquecível, em que um personagem cego, vivido por Al Pacino, tira uma moça para dançar e ela responde: “Não posso, porque meu noivo vai chegar em poucos minutos. Mas em um momento se vive uma vida” – responde ele, conduzindo-a num passo de tango. E esta pequena cena é o momento mais bonito do filme.

Algumas pessoas vivem correndo atrás do tempo, mas parece que só alcançam quando morrem enfartados, ou algo assim. Para outros, o tempo demora a passar; ficam ansiosos com o futuro e se esquecem de viver o presente, que é o único tempo que existe.

Tempo todo mundo tem, por igual! Ninguém tem mais nem menos que 24 horas por dia. A diferença é o que cada um faz do seu tempo. Precisamos saber aproveitar cada momento, porque, como disse John Lennon: “A vida é aquilo que acontece enquanto fazemos planos para o futuro.” 

Parabéns por ter lido até o final! Muitos não lerão esta mensagem até o final, porque não podem “perder” o seu tempo neste mundo globalizado.

Pense e reflita, até que ponto vale a pena deixar de curtir sua família. De ficar com a pessoa amada, ir pescar no final de semana ou outras coisas.

Pode ser que não seja tarde demais! Saber aprender a viver e não sobreviver. “

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A Consciência Crística e o Código do Tudo-É-Um https://blogdagreta.com.br/a-consciencia-cristica-e-o-codigo-do-tudo-e-um/ https://blogdagreta.com.br/a-consciencia-cristica-e-o-codigo-do-tudo-e-um/#respond Wed, 21 Jan 2026 14:45:35 +0000 https://blogdagreta.com.br/?p=2384 Quando o Campo se Acende.

A auréola nunca teve a ver com adoração – tinha a ver com bioenergia.

A luz brilhante ao redor de Jesus nunca teve a intenção de sugerir uma divindade separada da humanidade.

Era um símbolo. Um ensinamento. Uma lembrança.

Esse brilho radiante representa o campo bioelétrico humano – a corrente sutil e vital que envolve o corpo e alimenta a forma física. Todo ser humano o possui. Todo ser humano o gera.

Esse campo não é criado pela crença. Ele é criado pela consciência.

O pensamento é elétrico.
A emoção é magnética.
Juntos, eles formam o campo eletromagnético do ser humano.

O coração é o gerador.

Quando o pensamento se torna coerente e a emoção se eleva, o campo se fortalece, se expande e começa a brilhar. É por isso que santos, místicos e seres despertos de todas as culturas eram representados com luz – não porque foram escolhidos, mas porque estavam alinhados.

Jesus nunca foi para ser a exceção. Ele foi o exemplo.

“Cristo” não é um sobrenome – é um estado de consciência.

A consciência crística é o domínio da mente, da emoção e da ação, unificadas sob a verdade.

Quando a consciência se eleva, a biologia acompanha.

O corpo responde ao estado interior do observador. As células ouvem. O DNA responde. O sistema nervoso se reorganiza. O cérebro entra em coerência. A cura não é forçada — ela é permitida.

Padrões de pensamento negativos fragmentam o campo.

Medo, culpa, vergonha e raiva colapsam a coerência e enfraquecem o sistema por dentro. Isso não é moral — é energético.

A consciência crística é a soberania completa sobre o mundo interior.

consciencia cristica

É a disciplina de escolher pensamentos que geram vida em vez de decadência. É o domínio emocional que transforma o coração em uma máquina harmônica em vez de um campo de batalha. É a ação que reflete a ordem interior em vez da reação inconsciente.

É por isso que a “luz” foi mostrada ao redor do corpo.

Era uma mensagem que transcendia o tempo: Quando a mente é dominada, o coração se torna luminoso. Quando o coração se torna luminoso, o corpo o segue.

E quando o corpo se alinha com a consciência, o ser humano se lembra de quem realmente é.

O reino nunca esteve no céu. A luz nunca foi externa.

E Cristo nunca foi feito para ser adorado – Ele foi feito para ser encarnado.

E aqui está a verdade final que nunca lhe ensinaram:

A luz não se detém na pele. Quando o campo eletromagnético se torna coerente, ele começa a se fundir com o campo de todas as coisas. A ilusão da separação se desfaz. O “eu” se dissolve no corpo maior da existência.

Esta é a revelação por trás de “Tudo é Um”.

Cada mente é um nó. Cada coração é um transmissor. Cada ser é um fractal vivo do mesmo campo infinito.

O que você cura dentro de si cura o todo. O que você fratura dentro de si fratura o coletivo.

Nunca houve divisão – apenas percepção distorcida.

A consciência crística é a lembrança de que existe uma única fonte, um único campo, uma única inteligência, expressando-se através de inúmeras formas.

A auréola era o sinal da unidade. A cruz era a interseção da matéria e do espírito.

A ressurreição foi o despertar da ilusão da separação.

Nunca houve “você” e “Deus”. Nunca houve “homem” e “divino”. Só existiu UM Ser, sonhando a si mesmo e tomando forma.

E quando essa verdade é compreendida – a luz retorna, o campo se inflama e o ser humano se lembra:

EU SOU o caminho – porque EU SOU o campo.

~ Lizz Marion

Texto original: The Neighbours | Telegram

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Mandala https://blogdagreta.com.br/mandala/ https://blogdagreta.com.br/mandala/#respond Wed, 14 Jan 2026 20:51:15 +0000 https://blogdagreta.com.br/?p=2300 Estudar o mandala e observar seus elementos é um convite para compreender as formas geométricas que se manifestam em tudo o que existe na natureza – do micro ao macro. Esse conhecimento é conhecido como Geometria Natural ou Geometria Sagrada, chamada assim por revelar os princípios originários de toda criação.

Contemplar um mandala e sua formação é, portanto, acessar a força invisível que a gera – a mesma que sustenta o movimento da vida.

Mandala: o círculo onde o Universo se manifesta

mandala

Ela nasce de um ponto central, imóvel, sem dimensão ou tempo. Esse ponto imaginário é o alicerce onde toda a criação se apoia.

Tudo o que se manifesta parte de um centro invisível que lhe confere sentido e direção. Quando esse centro se perde, o círculo se desfaz.

Do mesmo modo, o centro de gravidade das nossas ações não está fora, no espaço ou em objetos externos, mas dentro de nós — no âmago da pura consciência plena.

Mandalas: símbolos da geometria da criação

As mandalas são mais do que formas belas — são símbolos que contêm, em sua estrutura, os códigos geométricos da criação.

mandala

A simples contemplação de uma mandala pode transformar o estado de espírito, despertando sentimentos, sensações, lembranças e emoções que emergem do inconsciente.

Elas podem ser criadas pelo puro prazer de expressar, mas também com intenção consciente: canalizar ou transformar energias específicas. Escolhendo formas e cores de maneira intuitiva ou simbólica, podemos ativar frequências como prosperidade, criatividade, equilíbrio ou harmonia – de acordo com o propósito que nos move naquele momento.

Leia também: Mandalas-Códigos de Luz

Elementos essenciais na composição de uma mandala

Ao observar ou criar uma mandala, alguns elementos se destacam por sua profundidade simbólica e impacto energético. Entre eles, três são fundamentais: símbolo, número e cor. Cada um contribui para o sentido e a vibração da mandala de forma única:

Símbolo
É a representação de um conceito, ideia ou ideal. Diferentemente de um sinal, que transmite uma mensagem direta e objetiva, o símbolo carrega uma mensagem essencial que se abre em múltiplos significados, dependendo da experiência e da percepção de quem o contempla.

Número
Os números também possuem vibração e significado simbólico. Eles se manifestam na mandala por meio da quantidade de elementos, da divisão do espaço, da repetição de formas e até mesmo nas cores associadas a determinadas frequências numéricas.

Cor
Mais do que um estímulo visual, a cor possui propriedades vibracionais e atua diretamente no campo emocional e psíquico. Sua luminosidade (como a cor se apresenta aos olhos) e intensidade (grau de saturação) influenciam o impacto da mandala, tocando a alma e despertando sensações sutis e profundas.

Criar ou contemplar uma mandala é mais do que uma experiência estética – é um ato de reconexão. Cada linha, cor, forma e número se torna um portal simbólico que nos conduz de volta ao centro, ao silêncio interior de onde tudo emerge.

Ao nos abrirmos para essa linguagem ancestral e intuitiva, acessamos não apenas o símbolo externo, mas o reflexo da nossa própria essência. A mandala nos lembra que, mesmo em meio ao caos, existe uma ordem sutil e viva sustentando tudo: o ponto invisível onde habita a consciência.

Nesse caminho de descoberta, a mandala se revela como uma prática de cura, autoconhecimento e expansão – um espelho do Todo refletido dentro de nós.

Espero ter lhe inspirado com esse texto, ele foi inspirado em minhas leituras e estudo inicial sobre mandalas.

artigo publicado em 25 de outubro/2021 no blog anterior.

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Invista no que te encanta https://blogdagreta.com.br/invista-no-que-te-encanta/ https://blogdagreta.com.br/invista-no-que-te-encanta/#respond Sat, 10 Jan 2026 20:52:15 +0000 https://blogdagreta.com.br/?p=2106 Nossa Alma necessita se expressar! Estamos condicionados a priorizar os nossos pensamentos, o nosso racional e não damos espaço para que a nossa Alma se manifeste.

A alma é tão sutil que se não aquietarmos nosso mental, nosso ego não conseguimos perceber o que ela deseja e nos é legítimo.

Por conta do nosso condicionamento, não é algo tão simples, mas é possível – sem pressão, sem forçar – porque essas atitudes reativam o mental e nos afastam novamente do centro do nosso Ser.

São vários os rituais/hábitos que nos auxiliam a retomar a conexão com nossa Alma de forma mais lúcida.

Pode ser apreciando a natureza,
dedicando-se a criar arte,
ouvindo uma música que te auxilie nessa conexão,
estar atento ao momento,
fazendo algo que te faça sentir bem…perceba o que lhe traz a sensação de bem estar e habitue-se a incluir essas atividades em seus dias…pode ser mais simples do que imagina.

O que te conecta com sua Alma?

Obrigada pela leitura.

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